As gorduras do tipo trans são óleos vegetais alterados quimicamente e tornados sólidos pelo processo de hidrogenação. Elas permitem aos alimentos processados ter um prazo de validade maior.
As gorduras do tipo trans podem ser usadas em frituras ou produtos assados, ou ainda acrescentada a misturas para alimentos, como misturas de bolos ou para chocolate quente.
Elas são usadas porque são baratas, dão “corpo” aos alimentos, têm sabor neutro e aumentam o prazo de validade de produtos, mas não têm qualquer valor nutritivo.
Bom começa a pipocar proibições ao uso de gorduras trans. Isso é muito bom. Na Califórnia A agência americana que regula os alimentos estima que, em média, os americanos consomem 2,14 kg de gorduras trans por ano.
Um artigo publicado pela revista especializada New England Journal of Medicine em 2006 concluiu que há uma forte conexão entre o consumo de gorduras trans e doenças cardíacas. O artigo conclui que essas gorduras aumentam os níveis de colesterol “ruim” no corpo.
O artigo ainda afirma que a eliminação das gorduras trans dos alimentos poderia evitar entre 6% e 19% das mortes causadas por ataques cardíacos a cada ano.
A Associação de Restaurantes da Califórnia se opôs à proibição, mas afirmou que não pretende questionar a lei em tribunais, em parte porque alguns restaurantes já estão tirando a gordura trans do cardápio, em uma tentativa de satisfazer os clientes.
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